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O Norte da Vida

A chuva passou
A alegria morreu
A esperança secou

Levado por um caminho ínvio
A um ambiente inóspito
Onde o solo estéril
Produz um frio fervor
Padeço à porta de minh'alma

- E agora sozinho nesse sertão?

Sem um poço de esperança
Nenhum pé-de-alegria cresce
Sem verstigio de vida
Nenhuma alma penada pena

Entro então...
Só saio quando aquela chuva
Voltar a regar meu coração...

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